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Fonte:
www.taps.org.br
A Research
Defence Society (Sociedade Defensora de Pesquisas) em Londres,
Inglaterra,é uma organização que visa promover as experiências em
animais.
A RDS tenta convencer o público de que as "pesquisas" em animais são
úteispara a saúde dos seres humanos e que o progresso da medicina
depende de tais experiências.
A verdade é bem diferente. Veja os mitos dos vivisseccionistas e os
fatos científicos e históricos
Primeiro mito
Do ponto de vista científico, faz sentido procurar a cura das doenças
humanas e testar medicamentos para seres humanos estudando um animal
que tenha "a mesma doença ou uma muito semelhante".
Fato
Cientificamente, não faz o menor sentido procurar a cura para alguma
doença humana espontânea estudando um animal cujos processos
fisiológicos e bioquímicos são bem diferentes dos nossos e no qual a
doença foi provocada artificialmente. Não é suficiente que a "doença
seja muito semelhante".
Testar a segurança de medicamentos em animais também não é adequado.
"Experiências em animais não contribuem em nada para a segurança dos
medicamentos; podem ter exatamente o efeito contrário", declara o
Prof. Kurt Fickentscher.
Segundo mito
Podemos estudar doenças cardíacas e derrames humanos nos animais.
Fato
Animais não são modelos confiáveis para o estudo de doenças cardíacas
e derrames humanos pois possuem um sistema vascular colateral no
cérebro que permite que o sangue se desvie de coágulos; assim, os
animais não sofrem derrames da mesma maneira que os seres humanos, nem
os efeitos são os mesmos. "Muitos animais domésticos têm um sistema de
vasos sangüíneos que filtra coágulos e outras substâncias que possam
fluir para o cérebro."
Além disso, os vivisseccionistas colocam grampos, usados em
microcirurgia, nas artérias dos animais quando procuram simular um
derrame. Esses grampos "afetam os vasos sangüíneos de forma totalmente
artificial, jamais vista nos vasos sangüíneos de pessoas que sofreram
derrame."
Ratos e camundongos, os animais de laboratório mais usados em
vivissecção, possuem — de acordo com o famoso vivissecionista
agraciado com o Prêmio Nobel, Dr. Aléxis Carrel, do Instituto
Rockefeller de Pesquisa Médica — "analogias muito remotas com o
homem."
Terceiro mito
A descoberta da insulina se deve a experiências em animais.
Fato
Na realidade, as experiências em animais atrasaram a descoberta da
insulina. O primeiro elo entre o pâncreas e o diabete foi estabelecido
em 1788, sem experiências em animais, pelo Dr. Thomas Cawley, que
examinou o corpo de um paciente que havia morrido de diabete. Antes
ainda, em 1766, o Dr. Matthew Dobson já mostrara que a urina dos
diabéticos contém muito açúcar. Infelizmente, essas descobertas
valiosas foram mal aplicadas durante o século 19, quando pesquisadores
tentavam produzir o diabete em animais, lesando suas glândulas
pancreáticas. Eles "...falharam redondamente ao procurar obter
resultados úteis, práticos ou importantes." Diz o Dr. M. Barron: "A
descoberta da insulina foi erroneamente atribuída aos cientistas
Banting e Best". O Professor Schafer, renomado fisiologista, havia
apontado a insulina já em 1915 (seis anos antes das experiências de
Banting e Best com cachorros).
Quarto mito
O aparelho para cirurgias de coração aberto deve seu sucesso a
experiências em animais.
Fato
O primeiro aparelho desenvolvido em animais por John H. Gibbon, da
Filadélfia, fracassou em seres humanos: os pacientes morreram. Foi a
pesquisa clínica (sem animais) na Clínica Mayo que fez do aparelho um
instrumento seguro para seres humanos.
Quinto mito
O desenvolvimento bem sucedido do marca-passo dependeu de experiências
em animais.
Fato
O marca-passo original, desenvolvido em cachorros, foi um fracasso,
causando dor e sofrimento aos pacientes. Só se tornou eficaz quando
seu inventor, o Dr. Walton Lillihei, da Universidade de Minnesota, o
adaptou e aperfeiçoou em seu trabalho clínico com defeitos do septo
ventricular em crianças.
Sexto mito
Válvulas cardíacas foram desenvolvidas com sucesso em animais.
Fato
Os médicos Starr e Edward quase descartaram sua válvula quando
descobriram que ela matava todos os cachorros da experiência. No
entanto, funcionou em seres humanos. Ficou novamente comprovado que
experiências em animais são enganosas.
Sétimo mito
Os conhecimentos sobre a pressão sangüínea e o sistema circulatório se
originaram na vivissecção. Os medicamentos contra pressão alta também
resultaram de pesquisas com animais.
Fato
As descobertas da circulação sangüínea, da pressão arterial e dos
batimentos cardíacos tiveram sua origem nos estudos de William Harvey
sobre o corpo humano (válvulas nas veias de cadáveres, além da
observação do seu próprio braço).
As experiências em animais relacionadas ao medicamento digitalina
provaram ser (como sempre) profundamente enganosas e pura perda de
tempo. Devido à vivissecção, os cientistas pensavam que a digitalina
elevava a pressão pois era esse o efeito em cães. Estudos em seres
humanos mostram, no entanto, que a digitalina faz baixar a pressão
sangüínea e, hoje, ela é um dos principais medicamentos no combate à
hipertensão.
Outros medicamentos contra hipertensão, desenvolvidos através da
vivissecção, causam muitos efeitos colaterais nas pessoas, tais como
impotência sexual masculina, artrite, doenças do fígado, diabete,
insuficiência cardíaca, senilidade e até mesmo a morte.
Oitavo mito
As pontes de safena devem sua existência à vivissecção.
Fato
Experiências em animais atrasaram as pontes de safena. "Como as
características de coagulação sangüínea e válvulas coronárias dos cães
são tão diferentes das nossas, as primeiras pessoas operadas morreram.
O primeiro sucesso foi o trabalho do Dr. Kunlin na França, que nada
teve a ver com pesquisas em animais", escreve o Dr. Emil Levin.
Nono mito
A vivissecção está vencendo o câncer.
Fato
Hoje, a incidência de câncer é altíssima, apesar de (ou por causa de)
100 anos de pesquisas em animais. Uma em cada três pessoas (e essa
proporção está aumentando) na Grã-Bretanha sofre ou irá sofrer de
câncer. "Não houve aumento nos índices de sobrevivência desde que
começaram os registros", escreve o naturopata Patrick Rattigan em sua
monografia sobre a fraude das pesquisas sobre o câncer. A
quimioterapia e a radioterapia (usadas para "curar" o câncer) são
terapias altamente tóxicas que, na realidade, podem causar câncer!
Realizar pesquisas em animais com tumores induzidos artificialmente é
totalmente ilusário e enganoso para a compreensão dessa doença
(essencialmente nutricional e ambiental) no homem. O Dr. Linus
Pauling, duas vezes agraciado com o Prêmio Nobel de Química, também
afirma: "Todos deveriam saber que grande parte das pesquisas sobre o
câncer é fraudulenta..."
Para mais informações, entre em contato com a British
Anti-Vivissection Association, P.O. Box 4746 London SE11 4XF,
Inglaterra. As referências que correspondem a este artigo estão à
disposição na TAPS
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