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29-03-2006
O argumento central para justificar a caça de bebês-focas é
apresentado pela indústria, que alega que as focas, ao caçarem e
alimentarem-se, têm um impacto negativo nas populações de peixes,
deixando a indústria pesqueira sem peixe para pescar.
Contudo, sólidos estudos científicos mostraram que a depauperação
das populações de peixes deve-se, na verdade, à pesca excessiva da
mesma indústria que se queixa da falta de peixe cujas populações
dizima, atribuindo as culpas às focas como argumento para
caçá-las.
Além disso, o massacre das focas bebês é não só um acontecimento
cruel e terrivelmente chocante mas também ecologicamente perigoso,
uma vez que o
fenômeno do super aquecimento do planeta está levando a o habitat
natural destas focas seja drasticamente afetado, o que as pode
levar à extinção, juntamente com a morte de um milhão destes
animais em apenas três anos.
A Humane Society of the United States documentará a brutalidade do
massacre, estando disponíveis imagens em vídeo deste massacre
mediante pedido ao International Found for Animal Welfare (www.IFAW.org).
http://www.conesulnews.com.br/site/leitura.php?can_id=26&id=49625
Gato
preso em parede acena a pata para pedir ajuda
30/03/06
COLLIERVILLE, Tennessee
(AP) – Um
gato preso na parede de uma casa em construção foi salvo depois de
pedir por socorro miando e acenando a sua pata para chamar a
atenção de um possível comprador.
O gato estava preso atrás da parede, mas achou um buraco entre um
cano de gás e a superfície da parede por onde conseguiu estender
sua pata.
Nina Wingfield, supervisora de Serviços de Animais de Collierville,
disse que ouviu um “miado rouco” quando chegou à casa. “Quando ele
percebeu que nós estávamos lá, deu miados roucos e
frenéticos”,disse.
Nina o libertou abrindo a superfície da parece com uma faca. “Ele
tinha a pata estendida e a tocava – não arranhava – o tempo todo,
como se estivesse dizendo: “Vamos lá! Vamos lá”.
Ela acredita que o gato, que ficou preso durante tempo suficiente
para que as suas costelas ficassem visíveis, é um bicho de
estimação perdido. Os donos têm até sexta-feira para buscá-lo
antes que ele seja posto para adoção. Enquanto isso, o abrigo de
animais em que ele está lhe deu um nome novo: Wally, uma
referência à “wall”, que em inglês quer dizer “parede”.
http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2324001-2324500/2324188/2324188_1.xml
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