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Resultado Enquete
Extermínio -MGTV
Resultado
O MGTV perguntou aos telespectadores e aos internautas se eles eram contra
ou a favor do sacrifício dos cães de rua. 91% das pessoas que responderam
afirmaram ser contra. Já 9% disseram ser a favor.
Consulta disponível em:
http://redeglobo6.globo.com/GMinas/0,23716,3404,00.html
Especialistas
discutem o preço para salvar natureza
PARIS, 27 jan (AFP)
- A natureza tem um preço e o mercado pode resolver problemas tão
complexos quanto a perda do meio natural, a extinção dos elefantes ou o
desaparecimento de um anfíbio? Estas e outras perguntas dividem os
inúmeros cientistas reunidos desde segunda-feira, em Paris, em uma
conferência internacional sobre biodiversidade.
As espécies e os meios naturais desaparecem em grande velocidade devido ao
impacto da atividade humana. Esta perda de biodiversidade ameaça custar
caro ao homem, que tira da natureza alimentos e medicamentos, sem falar da
qualidade do ar e da água e o mercado não leva em conta esses valores.
Ao contrário do que acontece com a mudança climática, que conta com o
Protocolo de Kyoto para impor reduções à emissão de gases de efeito estufa
nos países ocidentais, a Convenção sobre a Biodiversidade Biológica (1992)
não está vinculada.
Kyoto criou, inclusive, um mercado em que empresas e países podem negociar
"permissões de emissão". A redução de uma tonelada de CO2 - principal gás
causador do efeito estufa - pôde ser feita em Pequim ou Paris sempre que
possível.
"Como somar ou subtrair um caranguejo, um macaco ou um homem?", questiona
Jacques Weber, diretor do Instituto Francês de Biodiversidade.
Por exemplo, no caso das manchas negras, as indenizações só se referem a
conseqüências econômicas e não os danos ao meio ambiente.
Em alguns países, os agricultores que preservam os meios frágeis recebem
indenizações. Na fórmula "dívida pela natureza", lançada pelos países
nórdicos, um país reduz ou elimina sua dívida em troca de proteger a
natureza. Fundos de compensação parecidos já existem nos Estados Unidos. A
dificuldade é fixar valores, uma "monetarização" da natureza que também
ocupa os debates dos especialistas envolvidos na questão.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2005/01/27/ult34u116279.jhtm
União Européia
identifica primeiro caso de "cabra louca"
BRUXELAS (Reuters)
- Testes feitos em uma cabra francesa abatida em 2002 deram positivos para
a doença da vaca louca, o primeiro caso da doença encontrado em animais
que não sejam bovinos, informou a Comissão Européia nesta sexta-feira.
A vaca louca (ou encefalopatia espongiforme bovina, nome técnico da
doença), moléstia que ataca o sistema nervoso dos animais, se espalhou
pela Europa nos anos 1990. Mais de 100 pessoas morreram da variedade
humana da doença após a ingestão de carne infectada.
"Medidas de precaução para proteger consumidores destas eventualidades têm
sido aplicadas na UE por muitos anos.. quaisquer riscos para os
consumidores (agora) são mínimos", afirmou a Comissão em um comunicado.
"A Comissão Européia propõe a aceleração dos testes para determinar se
este é um incidente isolado."
http://noticias.uol.com.br/ultnot/2005/01/28/ult27u47045.jhtm
Fracassa primeira
tentativa de vetar lei contra caça com cães
Londres, 28 jan (EFE).-
Os partidários da caça à raposa sofreram nesta sexta-feira uma primeira
derrota judicial em suas tentativas de vetar a proibição dessa prática com
cachorros na Inglaterra e Gales, mas já anunciaram que não pensam
abandonar a batalha.
O Superior Tribunal de Justiça de Londres emitiu parecer contra o recurso
apresentado pela Aliança Rural com o propósito de bloquear essa norma,
cuja entrada em vigor está prevista para o próximo dia 18.
A decisão judicial foi aplaudida pelos grupos defensores dos animais, mas
os partidários da prática - com séculos de história no Reino Unido e que
tem entre seus adeptos alguns membros da família real - já disseram que
farão um requerimento judicial para apresentar novas apelações, em um
processo que poderia durar anos.
A prática da caça à raposa por cavaleiros não é viável sem o emprego de
cães que detectem e persigam a presa.
A Liga Contra os Esportes Cruéis compareceu aos tribunais com o objetivo
de impedir que os defensores da caça com cachorros prosperem em sua luta.
A lei que proíbe essa prática foi impulsionada pelo governo trabalhista
como resposta a uma promessa eleitoral, e sua tramitação parlamentar foi
objeto de longas disputas entre as duas Câmaras no ano passado antes de
ser assinada pela rainha Elizabeth II, em 18 de novembro.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2005/01/28/ult1807u13738.jhtm
Misterioso câncer facial pode
eliminar diabo da tasmânia
Folha de S.Paulo
O maior e mais feroz dos
marsupiais carnívoros corre risco de desaparecer da Austrália por causa de
um misterioso câncer facial, disseram ontem cientistas do país.
Desde 1997, metade da população do diabo da tasmânia (Sarcophilus harrisi)
--cerca de 75 mil bichos-- morreu por causa do problema, cuja causa ainda
não foi elucidada.
Segundo Alistair Cotter, chefe de uma força-tarefa designada pelo governo
australiano para enfrentar o problema, a competição com raposas, uma
espécie invasora que chegou à ilha da Tasmânia há quatro anos, pode
agravar o problema e decretar o fim da espécie.
Há suspeitas de que os animais transmitam a doença quando se mordem
disputando comida. Como os cangurus, os diabos guardam seus filhotes numa
bolsa.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12885.shtml
China inaugura banco de sangue de
panda gigante
O Globo
PEQUIM - O Centro de Pesquisa e
Proteção do Panda Gigante, na Reserva de Wolong, na China, anunciou nesta
sexta-feira que pretende inaugurar ainda este ano o primeiro banco de
sangue de panda gigante do país. O banco ajudará a esclarecer quantos
tipos sangüíneos os pandas têm e se eles rejeitam transfusões sangüíneas.
Estudos iniciais já apontaram que os pandas têm tipos sangüíneos
diferentes, mas os pesquisadores não conduziram estudos mais aprofundados
e não têm muito conhecimento sobre a matéria. O banco abrigará amostras de
sangue dos 81 pandas do parque.
http://oglobo.globo.com/online/plantao/164049323.asp
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quinzena de janeiro
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