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30/03/2007
Em Caraguatatuba, eqüinos, bovinos, cães e gatos terão aparelho
implantado. No registro, constarão dados dos proprietários e dos
animais.
A prefeitura de Caraguatatuba (a 173 km de São Paulo) iniciará na
próxima segunda-feira (2) a primeira fase do registro de
identificação de animais através de microchip.
O projeto, nessa primeira fase trabalhará com 500 aparelhos, que
são implantados sob a pele do animal através de uma injeção. Os
microchips serão implantados primeiramente em eqüinos, bovinos,
cães e gatos que estejam cadastrados no programa de controle
populacional da cidade, ou tenham sido adquiridos em leilão.
Além do microchip, o Centro de Controle do Zoonoses
disponibilizará ao dono do animal uma plaqueta de identificação
externa, que será fixada na coleira do bicho.
No registro, constarão dados dos proprietários e dos animais e
que, segundo a Secretaria de Saúde, serão usados para o
desenvolvimento de programas de prevenção, evitando riscos à saúde
do ser humano, como, por exemplo, doenças de zoonoses e acidentes.
Ainda segundo a secretaria, o registro possibilitará o
conhecimento das populações de cães e gatos, para subsidiar o
planejamento de políticas de saúde pública, conhecer os
proprietários e seus animais, avaliar o controle do proprietário,
responsabilizar os donos pela manutenção cuidado com os bichos e
reduzir o percentual de cães e gatos perdidos e abandonados
submetidos à eutanásia.
De acordo com o médico veterinário responsável pelo Centro de
Controle do Zoonoses, Guilherme José Garrido, o proprietário cujo
animal "chipado" for encontrado na rua será notificado e orientado
sobre sua responsabilidade. "Em caso de reincidência, o
proprietário poderá ser multado. Abandonar animal na rua é crime
previsto na Lei Municipal 1.298/06 e poderá resultar em multa"
explica Garrido.
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