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Prezados Senhores,
Após quase duas décadas de incansável luta contra àqueles que
praticam CRIMES CONTRA A NATUREZA, creio ter chegado a hora, o
momento de passarmos para outro estágio.
É necessário que mudanças ocorram com URGÊNCIA, em tudo que se
relaciona às atrocidades cometidas hoje contra nossa biodiversidade,
é IMORAL e de causar profundo desgosto, tristeza e indignação o que
ocorre ainda hoje em nosso país.
Temos uma mídia que parece ter o rabo preso, uma mídia que tem
VERDADEIRO PAVOR de mostrar o que realmente ocorre à nossa fauna,
aos nossos ecossistemas, tudo está sendo destruído, em nome de um
capitalismo burro, muitas vezes colocando a cultura de um povo como
justificativa para este ou aquele ato.
Temos uma Lei de Crimes Ambientais magnífica do ponto de vista da
proteção à flora, mas repugnante no que diz respeito aos CRIMES
CONTRA A FAUNA, estes acabam sendo julgados através dos Juizados
Especiais Criminais, onde o infrator acaba recebendo os benefícios
da Lei 9.099, é isso mesmo, um CRIME CONTRA O PLANETA é considerado,
em todo o território brasileiro, como CRIME DE MENOR POTENCIAL
OFENSIVO.
Em São Paulo, uma das maiores cidades do mundo, local onde circulam
milhões de reais todos os dias, nossa biodiversidade é vendida à
preços inferiores à BANANAS na periferia da cidade, em feiras de
rolo que ocorrem aos olhos de todos, principalmente das autoridades,
autoridades estas que muitas vezes fazem o que podem para coibir
esta prática criminosa, nós mesmos, em conjunto com a Polícia Civil
de São Paulo, Ibama e Polícia Ambiental já realizamos dezenas de
operações em feiras, porém o crime continua, traficante de animais
já tem consciência de que JAMAIS SERÁ PRESO pelo crime de comércio
de vidas silvestres, pois há uma Lei que o beneficia, LITERALMENTE,
o tráfico de animais agradece, sensibilizado.
Uma das coisas que mais me irrita é quando a imprensa mostra somente
parte do que ocorre, deixando no ar, para a coletividade, uma
impressão que muito está sendo feito para proteger nosso meio
ambiente. Que vergonha, que vergonha...
Por que um órgão de imprensa não sai por ai, com câmera escondida
por exemplo, mostrando as IMORALIDADES AMBIENTAIS que ocorrem por
todos os cantos, de maneira aberta, explícita? Não sabemos,
certamente não sabemos!!!
As feiras que comercializam animais só ocorrem porque permitem que
isso ocorra, neste aspecto podemos dizer com absoluta tranqüilidade
que crime tem local e hora para ocorrer, só não tem Governo para
inibir isso, ou melhor, tem um Governo que aceita que isso ocorra de
maneira aberta, é como vender refrigerantes em um farol de trânsito.
Mais uma vez faço questão de deixar claro que a maior culpa decorre
pela legislação, onde não há instrumentos para punir o traficante de
animais, o executivo, em grande parte - através das policias -
combate esta prática como pode, porém também há falhas graves no que
diz respeito às maneiras de se coibir as atividades do tráfico de
animais à céu aberto. Em São Paulo, por exemplo, bastaria a presença
constante de uma viatura da Policia Militar Ambiental inserida no
meio da feira, e isso não ocorre, ou melhor, pelo que sabemos,
jamais ocorreu. É óbvio que o comércio de animais poderá migrar para
outros logradouros, mas seria uma forma de iniciar um processo de
estancamento desta VERGONHA NACIONAL.
Estes dias recebemos uma denúncia, a mesma tratava do crime de
captura inescrupulosa de animais silvestres para o tráfico há menos
de 200 km da capital paulista, mais precisamente no Vale do Ribeira,
fomos investigar.
O que ocorre em todo o Vale do Ribeira é algo que impressiona, a
captura de animais é algo devastador, muitos palmiteiros tem
abandonado a atividade de extração ilegal de palmito juçara para se
dedicar única e exclusivamente à captura de aves silvestres
destinadas a atender ao comércio ilegal em São Paulo e Rio de
Janeiro. Transcrevo abaixo a denúncia, apenas eliminei nomes pois a
divulgação dos mesmos pode interferir no prosseguimento dos
trabalhos, vejam:
Senhores,
É alarmante o volume do tráfico de aves silvestres hoje, no Vale do
Ribeira!
Tenho, há 20 anos, uma pequena área na região, mais precisamente
junto à Reserva Estadual XXXXXXXXXXX,
junto à divisa dos municípios de XXXXXXX e XXXXXXX.
Esgotada a possibilidade de renda da população local com a extração
ilegal e predatória do palmito juçara, nas
áreas da reserva e nas áreas particulares
ao redor, essa população agora se voltou para o comércio das aves
silvestres ainda abundantes dessa região
que ainda possui expressiva cobertura de mata
nativa original.
Assim como no caso do palmito, já fiz inúmeras denúncias à Polícia
Florestal, sem que pudesse observar ações efetivas para
coibir esse comércio.
A predação que posso observar pela minha frequência à área, ocorre
especificamente nos municípios de XXXXXXX - Bairro do XXXXXX
XXXX e em XXXXXXX - Bairro de XXXXXX (também conhecido como XXXXX).
A primeira investida predatória realizada foi sobre as populações de
picharro ou trinca-ferro (Saltator similis) e do pichochó (Sporophila
frontalis), sendo a deste último facilidada pela concentração
dos indivíduos provocada pela
floração/sementes de taquaruçu que ocorreu este ano.
Agora estão capturando quaisquer espécies, indiscriminadamente, com
ênfase às saíras e sabiás abundantes na
região.
Existem pessoas de fora que, de carro, vão a essas vilas que
identifiquei acima, fazer "coleta semanal"
das aves capturadas.
Para dar uma idéia dos volumes, os indivíduos envolvidos nessa
captura ilegal estão obtendo renda mensal
superior a R$ 2.000,00 (dois mil reais)
com a venda das aves aos receptadores.
Esses dados já foram repassados à Polícia Florestal, sem que eu
pudesse observar qualquer ação da parte
dela na área.
Apelo aos senhores para que isso seja conseguido, e desde já me
coloco à disposição para o fornecimento de
informações detalhadas que possam ajudar a
deselvolver qualquer ação.
Desde já agradecendo, fico no aguardo de seu contato
XXXXX XXXXXXXXXX XXXXXX
RG . XXXXXXX
Fomos ao local e constatamos que as informações são verdadeiras,
porém a Polícia Militar Ambiental, operando como opera, nada pode
fazer para combater esta pratica criminosa, os meios de agir tem que
ser diferentes, as ações devem ocorrer de maneira estratégica,
pensada, sensata, e principalmente aos olhos da sociedade civil
organizada, sentimos muito dizer isso, mas depois de tudo que já
presenciei ao longo dos anos, fica difícil confiar, não é algo que
seja genérico, mas quase.
Tão grave quanto a captura de aves é a caça, tentarei transcrever
parte do diálogo que tive com um dos moradores desta vila:
Morador: Olha seu Marcelo, eu não vou dizer para o senhor que não
caço, caço sim.
Marcelo: O que você caça?
Morador: Porco do mato, raposinhas, tatu, jacu, veado, paca, cotia,
capivara, etc.
Marcelo: Você caça por que não tem o que comer?
Morador: Não seu Marcelo, caço pois sou bicho do mato, nasci e fui
criado aqui, tenho salário do meu patrão, mas não consigo comer
carne que vende por ai, de vaca, uma lingüiça, uma mortadela, aquilo
me vira o estomago.
Marcelo: E como você caça?
Morador: Raposinhas eu pego viva, depois mato, os outros bichos com
espingarda?
Marcelo: Você tem espingarda?
Morador: Sim, tenho duas.
Marcelo: Há documentação das mesmas?
Morador: Não, aqui todo mundo caça e tem espingarda, comemos muita
carne de caça, o senhor não sabe como é gostoso!
Mas vejam vocês que este caso, por mais incrível que possa parecer,
não é tão grave quanto ao que ocorre no Nordeste, onde a caça ocorre
da mesma forma e você pode comprar espingardas caseiras em lojas de
ferragens, armazéns, feiras, etc. Lembrem-se que são espingardas
artesanais, feitas em casa, custam de R$ 40,00 a R$ 70,00, porém tem
o poder de MATAR UMA PESSOA, onde está a LEI neste caso???
Continuando a falar do Vale do Ribeira, e segundo me consta o
Governo da Alemanha disponibiliza milhões de dólares anuais ao
Governo do Estado (além de outros estados) para trabalhar com
proteção da Mata Atlântica, de que maneira estes recursos estariam
sendo aplicados na região? O Governo alemão acompanharia onde o
dinheiro está sendo investido? De que maneira? O volume de recursos
é pequeno? Não sabemos, são questões que cabem à nós, sociedade,
COBRAR.
Quero lembrar que este e-mail também estará sendo encaminhado ao
Consulado da Alemanha e à Embaixada Alemã.
Ainda sobre o Vale do Ribeira, porém falo agora dos de crimes contra
a flora, sim, isso mesmo, crimes contra a flora. Como a SOS Fauna se
encontra praticamente no início do Vale, acabamos, por força de
estar aqui, sabendo do que já ocorreu muito na região, - lembro que
é o início do Vale - que é a extração ilegal de palmito juçara, cujo
seus frutos servem de alimento à vários animais que habitam a mata
atlântica, além do papel biológico que esta árvore exerce no
ecossistema.
Segundo informações da Polícia Militar Ambiental no Vale do Ribeira,
este abasteceria TODO O ESTADO DE SÃO PAULO com palmito juçara,
fruto de CRIME CONTRA A NATUREZA, aquele palmito gostoso que vem em
sua pizza ou até mesmo nas centenas de restaurantes espalhados por
ai. O mais aterrorizante disso tudo é que, segundo parece, ou se tem
notícia, muito dos palmitos a venda no comércio paulista,
intitulados de "Palmito de Açaí", na verdade são de juçara,
mascarado por falsos rótulos e fábricas que na verdade nem existem.
A este fato cabe um rigoroso trabalho investigativo. Lembramos que a
investigação para se levantar fraudes neste sentido não é bicho de
sete cabeças, e se não é realizada, não é feita, é porque não há
interesse. Chico Mendes como ecologista que era, deve estar se
mexendo na sepultura, em função do descaso com que isso é tratado.
A mesma pessoa que deu início a esta denúncia no Vale do Ribeira,
também à fez há uma ano atrás, para a Organização Não Governamental
SOS Mata Atlântica que, até hoje, nem sequer lhe deu retorno, pois
algo deste porte, com o marketing que utilizam de CUIDANDO DA MATA
ATLÂNTICA, seria o mesmo que atestar um documento de omissão e
incompetência, ainda mais frente aos recursos que, aparentemente
possuem, e digo mais, quase posso atestar isso, pois nós mesmos
entramos em contato com os mesmos, há alguns dias atrás, querendo
aprofundar no assunto e se propondo à trabalharmos juntos em defesa
do Vale, ficaram de entrar em contato IMEDIATAMENTE, inclusive
através do Presidente da Instituição que, até agora, NADA. Qualquer
contato após a circulação nacional deste e-mail é desprazível.
Em Poções - BA, podemos observar claramente policiais militares
circulando por entre vendedores de animais silvestres, sem a menor
preocupação. Pior que isso ocorre em Belém - PA, onde a Policia
Militar circula por entre as barracas que vendem todos os tipos de
partes de animais silvestres destinados ao comércio ilegal de
subprodutos da fauna e também de animais silvestres vivos. Lá
podemos adquirir fezes de jibóia que as mulheres utilizam para fazer
banhos de assento, em conjunto com ervas e álcool, segundo a crença
local, para atrair marido, cabeça de bicho-preguiça, de pica-pau,
pênis de quati para fazer Viagra "Natural", vejam só!!! Além de
jibóias vivas pela bagatela de R$ 20,00 ou R$ 30,00 cada espécime,
peles de todos os tipos de animal, veado, anta, onça-pintada,
cobras, bicho-preguiça, entre outros, por valores ínfimos, peles
estas que além de atender ao mercado internacional, também atendem
ao mercado interno onde artesões utilizam para confeccionar seus
objetos.
É incrível como falta às pessoas raciocinar sob certos aspectos,
crimes contra a natureza ocorrem descaradamente, às vistas de todos.
Outro exemplo temos no centro da cidade de São Paulo, onde dezenas
de barracas de raizeiros, vendem vários tipos de plantas medicinais,
muitas delas extraídas de florestas, nada cultivada, estando em
acordo com o capítulo de flora da nova Lei de Crimes Ambientais, e
tem mais, vendem ainda espinhos de ouriço-caixeiro, que, segundo a
medicina popular, fervido cura a bronquite, algo como aquela de
colocar um jabuti embaixo da cama da criança para os mesmo fim.
Agora há pouco escutei na televisão algo sobre que a onça-pintada
estaria protegida desde que a caça foi proibida no Brasil. Oras
bolas, a caça só foi proibida no papel, mas continua a todo vapor de
norte a sul, peço que atentem para este fato.
E a coisa não para por ai, 30 de junho de 2005, a Polícia Rodoviária
Federal para um ônibus da Viação Itapemirim no município de Arujá-SP,
o veículo vinha de Curitiba-PR com destino ao Rio de Janeiro, dentro
do ônibus cerca de CENTO E CINQÜENTA pichochós (Sporophila frontalis),
ave ameaçada de extinção pelo Decreto Estadual Paulista nº 42.838 de
04 de fevereiro de 1998 na categoria de AMEAÇADO-CRITICAMENTE EM
PERIGO e pela Lista Oficial do IBAMA/2003, o traficante levava as
150 aves embaixo de seu banco e no bagageiro interno do veículo, na
parte superior. Ora senhores, 150 pichochós fazem um barulho
extremo, certamente algum passageiro acabou denunciando, estas aves
foram embarcadas adivinhem onde? Dou um doce para quem descobrir!!!
No VALE DO RIBEIRA, mais precisamente na cidade de Registro. Será
que ocorreu conivência por parte do funcionário da empresa? São
questões que nos fazem pensar, pois quem seria o louco de embarcar
em um ônibus rodoviário com cerca de 150 aves que fazem barulho em
uma viagem que certamente duraria no mínimo 8 horas?
É certo que no Brasil temos "N" problemas, que falta tudo aos órgãos
ambientais competentes, inclusive pessoas sérias, mas por outro lado
há verdadeiros APÓSTOLOS dentro destes órgão e também dentro da
polícia. Infelizmente o que muito falta dentro deste país é uma
classe empresarial REALMENTE PREOCUPADA com estas questões,
geralmente esta ou aquela empresa só entra em contato com você
quando quer vender o seu produtos ou serviço, seria algo do mundo de
contos de fadas se uma empresa nacional ligasse ou entrasse em
contato por outro meio se oferecendo para fazer algo em prol da
questão ambiental, sem outros interesses, ou quando fazem, é óbvio e
não tiro a razão dos mesmos, é por puro interesse financeiro, e
mesmo assim com interesse que atinge a profundidade de um pires.
LAMENTÁVEL!!!!
Pergunto: "Onde estão as bem sucedidas Organizações que pregam a
defesa e proteção ao meio ambiente???" O sertão nordestino, a
caatinga chora, bem como o cerrado, a floresta equatorial, a mata
atlântica, pampas e pantanal, e muito pouco é feito por eles, ou
melhor, quase nada.
De um país que ocorre tudo o que está ocorrendo no meio político, o
que se pode esperar em defesa e proteção ao meio ambiente?
Um outro fato no mínimo insano e que ocorre até hoje, são as
apreensões realizadas pelos órgãos ambientais competentes, onde em
nenhuma delas se promove ou se promoveram os procedimentos de
primeiros socorros aos animais apreendidos, a falta de atendimento
médico veterinário de IMEDIATO à animais silvestres apreendidos,
principalmente em situações de feiras, depósitos clandestinos e
interceptação de cargas provoca - em alguns casos - mortes em massa,
depois atribuídas aos traficantes, não estou querendo aqui fazer o
papel de advogado do diabo, mas apenas colocando a realidade do que
acontece.
Ainda sobre isso, sobre mortes de animais, formou-se na opinião
pública que o tráfico de animais silvestres é responsável por 90% de
óbitos que ocorreriam desde a captura até a chegada ao destino, isso
nunca ocorreu, jamais, traficante de animais consideram os mesmos
como moeda, deixar que eles morram é perder dinheiro, vejam como
exemplo uma apreensão que realizamos em conjunto com a Policia Civil
de São Paulo em março de 2003, uma carreta proveniente de Cipó-BA,
nesta cerca de 4000 animais, havia animais mortos no interior do
veículo e que não foram descartadas suas carcaças pelos traficantes,
um total de 88 óbitos que em exatamente 2,2% da quantidade de
animais, se este número triplicasse até o destino final, teríamos no
máximo 6,6% de óbitos, muito distante dos 90% divulgados
constantemente através da mídia.
Em praticamente todos os municípios do Norte e Nordeste com
populações acima de 30/40 mil habitantes ocorrem feiras, e nestas em
sua grande maioria, o comércio ilegal de fauna silvestre e seus
subprodutos, sem falar nas feiras que ocorrem nas regiões centro
oeste e sudeste. Além das feiras muitos animais vem parar em
depósitos clandestinos, nos grandes centros urbanos, e outros
atendem o tráfico "formiguinha", modalidade esta que, sem dúvida
alguma, é assustadora se pudéssemos somar as quantidades
transportadas.
Somos providos ainda de uma população que se preocupa com nossa
fauna, muito pequena, mas se preocupa, e muitos deles,
inocentemente, imaginam qua animais silvestres apreendidos são, em
sua totatildade, fora mortos e mutilados, devolvidos à natureza,
ahhh, há muito que se conhecer a respeito...
Para finalizar, pelo menos por enquanto, há de se observar também e
tomar sérios cuidados - principalmente a imprensa que adora divulgar
números, ou melhor, só divulga o que lhe interessa - no que diz
respeito ao número de animais traficados e seus respectivos valores
no comércio internacional.
Não há como atribuir quantos animais são traficados anualmente no
Brasil, pois quando o crime é consumado, ninguém fica sabendo disso.
Pior ainda é atribuir valores a este ou aquele bicho no mercado
internacional, basta um pouco de inteligência para perceber que
paises da Europa e o próprio Estados Unidos já dominam técnicas de
reprodução em cativeiro de diversos animais da fauna silvestre
brasileira, não havendo necessidade de se sujeitar a riscos para vir
buscar animais em nosso território. O tráfico internacional já foi
forte, e certamente continua, agora porém com insetos e plantas da
Amazônia, entre outros biomas, cremos, pois não é algo que nos
aprofundamos para descobrir mais.
Sem mais, espero não ter sido chato e intolerante, mas fica este
aviso às pessoas de boa fé e um pedido àqueles empresários que,
somente olham o seu lucro, somente querem ganhar dinheiro, que parem
um pouco e pensem no que está ocorrendo por aqui, e que ninguém tem
que ajudar em nada, mas colaborar, pois estes, como seres humanos
que são, fazem parte da cadeia, mas infelizmente, a grande maioria
destes, só se inclinam a fazer algo pelas questões ambientais ou
sociais quando recebem um aviso lá de cima.
Marcelo Pavlenco Rocha
Presidente - SOS Fauna
www.sosfauna.org
sosfauna@sosfauna.org
mpr@sosfauna.org
paroaria@terra.com.br
011 9245 8566
011 7324 0891
011 8257 8453
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