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Mais uma Vitória
!!!
16/01
Notícia enviada pelo
amigo Feliciano
Nahimy Filho - Vereador de Campinas e Presidente da
UIPA - União Protetora dos Animais
Após uma semana
trabalhando muito, juntando material, construindo base de convencimento,
p/ fundamentar o nosso pedido de VETO que entreguei nas mãos do Sr
Prefeito de Campinas, Dr. Hélio de Oliveira Santos, onde culminou no veto
da Lei de rodeios,
conseguimos também que o Sr. Prefeito de Valinhos aprovasse uma Lei de
controle populacional em sua cidade.
O Prefeito de Valinhos Sr. Marcos José Da Silva, após acompanhar a luta da
UPA, durante 3 anos em Valinhos, onde todos os finais de semana realizamos
feiras de adoção, aproximadamente 150 feiras, doando por volta de 1500
animais, utilizando o programa de castração de Campinas, a preço reduzido
p/ a população de baixa renda, p/ castrar os animais de Valinhos.
Após muita luta, com reuniões tensas na secretaria de saúde, no ccz,
conseguimos parar a matança e o envio dos animais p/ as faculdades,
chegamos a encerrar feira de adoção a meia noite, na Praça Brasil 500
anos em dias de eventos.
Após todo este trabalho de sangue, suor e lágrimas o novo Prefeito de
Valinhos, atende ao nosso pedido e aprova uma LEI de controle
populacional.
Parabéns,
Dr. Hélio De Olivira Santos
Prefeito Municipal De Campinas
Parabéns
Marcos José Da Silva
Prefeito Municipal De Valinhos
Eu Sabia que os SRs. não iriam nos decepcionar.
Estilista
alemão assassinado deixa a
mansão para cadela
22/01/2005 - 11h48m
Estilista alemão assassinado deixa mansão para
cadela

O Globo
RIO - O estilista alemão Rudolph Moshammer,
assassinado no dia 14 de janeiro, deixou sua casa em Munique para sua
cadelinha, uma yorkshire terrier chamada Daisy, afirmou ontem o jornal
alemão "Bild". De acordo com o testamento do estilista, o animal será o
dono da casa até morrer. Moshammer nomeou seu ex-motorista tutor da
cadela. O estilista, que tinha 64 anos, teria sido morto por um
iraquiano de cerca de 25 anos.
http://oglobo.globo.com/online/plantao/163975559.asp
São Paulo Fashion Week -
Protesto agita entrada do evento
Folha de São Paulo - Ilustrada - 23/01
Fernanda Mena
Cem
chinchilas, 30 coelhos, 27 guaxinins, 11 raposas. Esses são os
números de animais mortos para a confecção de cada casaco que leva
suas peles, de acordo com a ONG PEA (Projeto Esperança Animal) - que
promoveu ontem à tarde um protesto de duas horas em frente à entrada
da 18º SP Fashion Week, tumultuando o acesso para o evento.
Cerca de 50 ativistas da
ONG ergueram cartazes com imagens agressivas de carcaças de animais
que tiveram a pele retirada para a utilização pela indústria da moda
com frases do tipo "solte sua fera, mas deixe o bicho vivo". Para
completar, seis garotas se vestiram de bichos, usando biquínis e
tiaras com orelhas de pelúcia.
Nesta edição, marcas
como triton e Ellus, mostraram peles na passarela. Mas o protesto
causou simpatia entre alguns VIPs, que até tiraram fotos em frente
ao grupo. "Depois de ver essas fotos, tenho certeza que não
comprarei nada de pele", admite a lojista argentina Victoria Moreno,
25.
Ao ver o protesto, a
modelo Karen Nuerberg, 15, disparou: "É muito babaca". Após receber
um panfleto cheio de fotos de animais esfolados e de informações
sobre como eles são mortos (etetrocutados, asfixiados, envenenados e
afogados, para não danificar sua pele), Karen se corrigiu. "Retiro o
babaca. Eles estão supercertos".
Os seguranças que
controlaram a entrada dos convidados logo começaram a arrancar o
panfleto distribuído pelos ativistas, jogando-os no chão. "Não pode
entrar com isso. Ordem da produção", disse um deles. Uma oficial da
Guarda Civil Metropolitana pediu que providenciassem um lixo para
"não sujar o parque". Segundo Carlos Rosolen, presidente da PEA, o
Brasil tem hoje fazendas de coelhos, chinchilas e raposas para abate
e extração de peles. "Há tecidos de alta tecnologia que aquecem até
mais que as peles. Não temos nada contra o SPFW, o problema é a
falta de consciência, porque o consumo de peles existe e motiva as
mortes desses animais".
IAMS E EUKANUBA: CRUELDADE DOS
FABRICANTES EXPOSTA
Fonte:
http://www.actionagainstpoisoning.com/news_p.html
Uma investigação do Sunday Express
revelou que centenas de animais tem sofrido incríveis agonias em
experimentos para aperfeiçoar a ração IAMS. Um enorme dossier de
investigação revela como cientistas deliberadamente induziram
deficiência renal e outras condições em cães e gatos. Alguns
experimentos consistiam em operar animais sãos que depois eram
mortos. Num experimento, foram removidos a 24 cães jovens o rim
direito e o esquerdo propositadamente danificado afim de investigar
como as proteínas agem sobre cães com deficiência renal. Noutro,
oito cães foram mortos para analisar o tecido do rim. Cães que
adoeceram não foram tratados porque isso afetaria os resultados do
teste. Noutro teste, os estômagos de 28 gatos foram expostos para
que os cientistas possam observar os efeitos de os alimentar com
fibras. Os animais foram operados durante pelo menos duas horas e
depois mortos... Por favor contate IAMS para lhes fazer parte do seu
desgosto com estes experimentos.
Telefone-lhes: 0800 426 785 ou envie um email para
customer.service@iams.com.
Procter & Gamble, um dos maiores fabricantes de produtos de consumo,
foi apelidado "a pior" empresa por continuadamente envenenar e matar
animais no desenvolvimento de novos cosméticos e produtos para o
lar. A P&G é acusada de matar mais de 50 mil animais por ano.
Atração mórbida
Artigo no
Jornal O Globo
http://oglobo.globo.com/jornal/opiniao/163789025.asp.
Rio, 15 de janeiro de 2005
ANTÔNIO RAYOL - Delegado
da Policia Federal
As rinhas de galos e combates de outros animais, como canários e
cães (principalmente os da raça pitbull) nada mais são do que
pretexto para jogo
a dinheiro, propósito nada nobre, já que há apostas nas lutas. Nas
rinhas de galos freqüentadas por
pessoas como o marqueteiro Duda Mendonça - preso em
21/10/2004 em uma delas no Rio de Janeiro - cada rodada de
apostas chegava a
alcançar a cifra de R$ 50.000 (cinqüenta mil reais).
As rinhas e outros tipos de combates constituem prática de crueldade
contra animais, o que é vedado pela Constituição federal
(art. 225 § 1 inciso
VII) e está tipificado como crime no artigo 32 da lei 9.605/98, a
Lei dos Crimes
Ambientais.
Os rinheiros têm argumentos interessantes mas falaciosos. Afirmam
que as rinhas de galos são uma prática cultural milenar, tal
e qual a escravidão
humana, o que não a torna menos abominável e a salvo de
repressão por nações que
se pretendam adjetivar como civilizadas.
Alegam que é melhor um galo morrer em combate em uma arena do que
ser abatido para consumo, o que é uma comparação absurda. Os
adeptos das rinhas
de galos se dizem "preservacionistas". Afirmam que as raças
de galos "combatentes" não existiriam se
não fossem as rinhas. As raças dos
"combatentes" nada mais são do que
resultado da manipulação genética. Somente os
galos mais agressivos são
aproveitados para reprodução. Os "apaixonados" também
defendem a tese de que o combate
entre galos é um fenômeno da Natureza, que eles
apenas organizam e apreciam - meia
verdade, ou meia mentira, o que no final
das contas é a mesma coisa.
Nas rinhas de galos promovidas e organizadas pelos
"preservacionistas", os galos são colocados em uma pequena
arena e, mesmo assim,
quando os animais se desinteressam pela luta (o que ocorre
com certa freqüência), os rinheiros tratam
de atiçá-los para o combate. Os galos são
"equipados" com biqueiras e esporões artificiais feitos de acrílico
ou aço, o que
torna as lutas mais "emocionantes", com muito sangue e sofrimento.
Não é normal a atração mórbida por espetáculos de sangue e qualquer
ser humano médio diante de um confronto dessa natureza tem o
impulso de interrompê-lo, por se tratar de
visão desagradável.
Em estudos sobre serial killers (assassinos em série) promovidos
pelo FBI - a polícia federal americana - ficou estabelecido o
padrão de que tais
indivíduos foram objeto de violência na infância, ao mesmo
tempo em que exerceram a mesma violência
sobre animais, que eram então as criaturas que
estavam ao seu alcance. Quando adultos, dirigiram o impulso
violento
contra outras pessoas.
É claro que isso não quer dizer que todo aquele que em cuja infância
exerceu violência contra animais seja um serial killer em
potencial, mas apenas
e tão-somente que todos os serial killers catalogados e
estudados pelo FBI o
fizeram.
Há algo de muito errado e doente em uma sociedade que admite que
espetáculos de sangue sejam aceitos como um traço cultural -
na verdade um negócio - em que se aposta e
se ganha dinheiro. Felizmente, não parece
ser o caso do Brasil onde episódios
recentes fizeram com que milhares de
pessoas, através dos meios de comunicação,
manifestassem seu repúdio.
ANTÔNIO RAYOL é delegado da Polícia Federal.
Victor Fasano é escolhido para
Secretaria de Defesa dos Animais
FREE-LANCE PARA A FOLHA
no RIO DE JANEIRO
O prefeito do Rio, Cesar Maia (PFL),
confirmou ontem que o ator Victor
Fasano, 42, assumirá a Secretaria Extraordinária de Defesa dos
Animais do município. Depois de José Wilker (diretor-presidente da
Riofilme) e Miguel Falabella (gestor dos teatros do Rio), ele será
o terceiro ator global na gestão de Maia.
"Vamos avançar a partir da experiência do primeiro governo,
no qual o foco foram os animais domésticos, para uma terceira
etapa que visa a preservação das espécies", afirmou Maia à Folha.
Ambientalista, o ator paulista é proprietário do criadouro
Tropicus, em Guaratiba (zona oeste do Rio), onde estruturou um
banco genético com mais de 60 espécies em extinção.
Fasano disse desconhecer o orçamento da secretaria, mas afirma que
Maia lhe assegurou que terá os recursos necessários.
"Nunca tive aspirações políticas, mas, se me chamarem para
ministro do Meio Ambiente, aceito na hora. Quero ver se o que
fazem com o meio ambiente neste país é fruto da falta de vontade
política, incompetência ou de pouco orçamento", disse Fasano.
Apesar das críticas, ele afirmou "acreditar na sinceridade" da
ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
Entre os planos de Fasano para a secretaria, estão a proteção e
reintrodução de espécies em extinção na Mata Atlântica, programas
de educação ambiental e controle da população dos animais de rua.
"Pretendo dar continuidade ao trabalho de recolhimento e
castração feito com a Suipa (Sociedade União Internacional
Protetora dos Animais) e trabalhar para a reintrodução das
espécies nas matas da Floresta da Tijuca e Zona Oeste", declarou o
ator, que sugerirá ao Zoológico do Rio o fim da castração dos
animais ameaçadas de extinção para garantir a variabilidade
genética das espécies.
As opiniões de Fasano sobre a
genética na criação de animais já causaram polêmicas quando em
1995, a revista "Veja" atribui a ele declarações defendendo a
eugenia (teoria oposta a miscigenação das raças) e elogiando
Hitler. O ator, que chegou a se desculpar publicamente com os
leitores, afirma que ganhou processo contra a revista.
Em junho do ano passado, Fasano se envolveu em outra confusão ao
agredir o jornalista Rodrigo Scarpa, que se apresenta como o
repórter Vesgo no programa "Pânico" da Rede TV.
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