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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 
 
16 a 31 de janeiro de 2005
 

Mais uma Vitória !!!

16/01

Notícia enviada pelo amigo Feliciano Nahimy Filho - Vereador de Campinas e Presidente da UIPA - União Protetora dos Animais

Após uma semana trabalhando muito, juntando material, construindo base de convencimento, p/ fundamentar o nosso pedido de VETO que entreguei nas mãos do Sr Prefeito de Campinas, Dr. Hélio de Oliveira Santos, onde culminou no veto da Lei de rodeios,
conseguimos também que o Sr. Prefeito de Valinhos aprovasse uma Lei de controle populacional em sua cidade.

O Prefeito de Valinhos Sr. Marcos José Da Silva, após acompanhar a luta da UPA, durante 3 anos em Valinhos, onde todos os finais de semana realizamos feiras de adoção, aproximadamente 150 feiras, doando por volta de 1500 animais, utilizando o programa de castração de Campinas, a preço reduzido p/ a população de baixa renda, p/ castrar os animais de Valinhos.
Após muita luta, com reuniões tensas na secretaria de saúde, no ccz, conseguimos parar a matança e o envio dos animais p/ as faculdades, chegamos a  encerrar feira de adoção a meia noite, na Praça Brasil 500 anos em dias de eventos.

Após todo este trabalho de sangue, suor e lágrimas o novo Prefeito de Valinhos, atende ao nosso pedido e aprova uma LEI de controle populacional.


Parabéns,
Dr. Hélio De Olivira Santos
Prefeito Municipal De Campinas

Parabéns
Marcos José Da Silva
Prefeito Municipal De Valinhos

Eu Sabia que os SRs. não iriam nos decepcionar.

 

Estilista alemão assassinado deixa a mansão para cadela

 
   

 

22/01/2005 - 11h48m
Estilista alemão assassinado deixa mansão para cadela

O Globo

RIO - O estilista alemão Rudolph Moshammer, assassinado no dia 14 de janeiro, deixou sua casa em Munique para sua cadelinha, uma yorkshire terrier chamada Daisy, afirmou ontem o jornal alemão "Bild". De acordo com o testamento do estilista, o animal será o dono da casa até morrer. Moshammer nomeou seu ex-motorista tutor da cadela. O estilista, que tinha 64 anos, teria sido morto por um iraquiano de cerca de 25 anos.  

http://oglobo.globo.com/online/plantao/163975559.asp

 

São Paulo Fashion Week - Protesto agita entrada do evento

Folha de São Paulo - Ilustrada - 23/01
Fernanda Mena

Da Reportagem local

 

 Cem chinchilas, 30 coelhos, 27 guaxinins, 11 raposas. Esses são os números de animais mortos para a confecção de cada casaco que leva suas peles, de acordo com a ONG PEA (Projeto Esperança Animal) - que promoveu ontem à tarde um protesto de duas horas em frente à entrada da 18º SP Fashion Week, tumultuando o acesso para o evento.

Cerca de 50 ativistas da ONG ergueram cartazes com imagens agressivas de carcaças de animais que tiveram a pele retirada para a utilização pela indústria da moda com frases do tipo "solte sua fera, mas deixe o bicho vivo". Para completar, seis garotas se vestiram de bichos, usando biquínis e tiaras com orelhas de pelúcia.

Nesta edição, marcas como triton e Ellus, mostraram peles na passarela. Mas o protesto causou simpatia entre alguns VIPs, que até tiraram fotos em frente ao grupo. "Depois de ver essas fotos, tenho certeza que não comprarei nada de pele", admite a lojista argentina Victoria Moreno, 25.

Ao ver o protesto, a modelo Karen Nuerberg, 15, disparou: "É muito babaca". Após receber um panfleto cheio de fotos de animais esfolados e de informações sobre como eles são mortos (etetrocutados, asfixiados, envenenados e afogados, para não danificar sua pele), Karen se corrigiu. "Retiro o babaca. Eles estão supercertos".

Os seguranças que controlaram a entrada dos convidados logo começaram a arrancar o panfleto distribuído pelos ativistas, jogando-os no chão. "Não pode entrar com isso. Ordem da produção", disse um deles. Uma oficial da Guarda Civil Metropolitana pediu que providenciassem um lixo para "não sujar o parque". Segundo Carlos Rosolen, presidente da PEA, o Brasil tem hoje fazendas de coelhos, chinchilas e raposas para abate e extração de peles. "Há tecidos de alta tecnologia que aquecem até mais que as peles. Não temos nada contra o SPFW, o problema é a falta de consciência, porque o consumo de peles existe e motiva as mortes desses animais".

 

 

IAMS E EUKANUBA: CRUELDADE DOS FABRICANTES EXPOSTA

 

Fonte: http://www.actionagainstpoisoning.com/news_p.html

 

Uma investigação do Sunday Express revelou que centenas de animais tem sofrido incríveis agonias em experimentos para aperfeiçoar a ração IAMS. Um enorme dossier de investigação revela como cientistas deliberadamente induziram deficiência renal e outras condições em cães e gatos. Alguns experimentos consistiam em operar animais sãos que depois eram mortos. Num experimento, foram removidos a 24 cães jovens o rim direito e o esquerdo propositadamente danificado afim de investigar como as proteínas agem sobre cães com deficiência renal. Noutro, oito cães foram mortos para analisar o tecido do rim. Cães que adoeceram não foram tratados porque isso afetaria os resultados do teste. Noutro teste, os estômagos de 28 gatos foram expostos para que os cientistas possam observar os efeitos de os alimentar com fibras. Os animais foram operados durante pelo menos duas horas e depois mortos... Por favor contate IAMS para lhes fazer parte do seu desgosto com estes experimentos.
Telefone-lhes: 0800 426 785 ou envie um email para customer.service@iams.com.

Procter & Gamble, um dos maiores fabricantes de produtos de consumo, foi apelidado "a pior" empresa por continuadamente envenenar e matar animais no desenvolvimento de novos cosméticos e produtos para o lar. A P&G é acusada de matar mais de 50 mil animais por ano.

 

 

Atração mórbida

 

Artigo no Jornal O Globo
http://oglobo.globo.com/jornal/opiniao/163789025.asp.
Rio, 15 de janeiro de 2005

 

ANTÔNIO RAYOL - Delegado da Policia Federal

As rinhas de galos e combates de outros animais, como canários e cães (principalmente os da raça pitbull) nada mais são do que pretexto para jogo
a dinheiro, propósito nada nobre, já que há apostas nas lutas. Nas rinhas de galos freqüentadas por pessoas como o marqueteiro Duda Mendonça - preso em 21/10/2004 em uma delas no Rio de Janeiro - cada rodada de apostas chegava a alcançar a cifra de R$ 50.000 (cinqüenta mil reais).
As rinhas e outros tipos de combates constituem prática de crueldade contra animais, o que é vedado pela Constituição federal (art. 225 § 1 inciso
VII) e está tipificado como crime no artigo 32 da lei 9.605/98, a Lei dos Crimes Ambientais.
Os rinheiros têm argumentos interessantes mas falaciosos. Afirmam que as rinhas de galos são uma prática cultural milenar, tal e qual a escravidão humana, o que não a torna menos abominável e a salvo de repressão por nações que se pretendam adjetivar como civilizadas.
Alegam que é melhor um galo morrer em combate em uma arena do que ser abatido para consumo, o que é uma comparação absurda. Os adeptos das rinhas de galos se dizem "preservacionistas". Afirmam que as raças de galos "combatentes" não existiriam se não fossem as rinhas. As raças dos
"combatentes" nada mais são do que resultado da manipulação genética. Somente os galos mais agressivos são aproveitados para reprodução. Os "apaixonados" também defendem a tese de que o combate entre galos é um fenômeno da Natureza, que eles apenas organizam e apreciam - meia verdade, ou meia mentira, o que no final das contas é a mesma coisa.
Nas rinhas de galos promovidas e organizadas pelos "preservacionistas", os galos são colocados em uma pequena arena e, mesmo assim, quando os animais se desinteressam pela luta (o que ocorre com certa freqüência), os rinheiros tratam de atiçá-los para o combate. Os galos são "equipados" com biqueiras e esporões artificiais feitos de acrílico ou aço, o que torna as lutas mais "emocionantes", com muito sangue e sofrimento.
Não é normal a atração mórbida por espetáculos de sangue e qualquer ser humano médio diante de um confronto dessa natureza tem o impulso de interrompê-lo, por se tratar de visão desagradável.
Em estudos sobre serial killers (assassinos em série) promovidos pelo FBI - a polícia federal americana - ficou estabelecido o padrão de que tais indivíduos foram objeto de violência na infância, ao mesmo tempo em que exerceram a mesma violência sobre animais, que eram então as criaturas que estavam ao seu alcance. Quando adultos, dirigiram o impulso violento
contra outras pessoas.
É claro que isso não quer dizer que todo aquele que em cuja infância exerceu violência contra animais seja um serial killer em potencial, mas apenas e tão-somente que todos os serial killers catalogados e estudados pelo FBI o fizeram.
Há algo de muito errado e doente em uma sociedade que admite que espetáculos de sangue sejam aceitos como um traço cultural - na verdade um negócio - em que se aposta e se ganha dinheiro. Felizmente, não parece ser o caso do Brasil onde episódios recentes fizeram com que milhares de pessoas, através dos meios de comunicação, manifestassem seu repúdio.

ANTÔNIO RAYOL é delegado da Polícia Federal.

 

 

Victor Fasano é escolhido para Secretaria de Defesa dos Animais

 

 

FREE-LANCE PARA A FOLHA

no RIO DE JANEIRO

 

O prefeito do Rio, Cesar Maia (PFL), confirmou ontem que o ator Victor Fasano, 42, assumirá a Secretaria Extraordinária de Defesa dos Animais do município. Depois de José Wilker (diretor-presidente da Riofilme) e Miguel Falabella (gestor dos teatros do Rio), ele será o terceiro ator global na gestão de Maia. "Vamos avançar a partir da experiência do primeiro governo, no qual o foco foram os animais domésticos, para uma terceira etapa que visa a preservação das espécies", afirmou Maia à Folha.
Ambientalista, o ator paulista é proprietário do criadouro Tropicus, em Guaratiba (zona oeste do Rio), onde estruturou um banco genético com mais de 60 espécies em extinção.
Fasano disse desconhecer o orçamento da secretaria, mas afirma que Maia lhe assegurou que terá os recursos necessários. "Nunca tive aspirações políticas, mas, se me chamarem para ministro do Meio Ambiente, aceito na hora. Quero ver se o que fazem com o meio ambiente neste país é fruto da falta de vontade política, incompetência ou de pouco orçamento", disse Fasano. Apesar das críticas, ele afirmou "acreditar na sinceridade" da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
Entre os planos de Fasano para a secretaria, estão a proteção e reintrodução de espécies em extinção na Mata Atlântica, programas de educação ambiental e controle da população dos animais de rua. "Pretendo dar continuidade ao trabalho de recolhimento e castração feito com a Suipa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais) e trabalhar para a reintrodução das espécies nas matas da Floresta da Tijuca e Zona Oeste", declarou o ator, que sugerirá ao Zoológico do Rio o fim da castração dos animais ameaçadas de extinção para garantir a variabilidade genética das espécies.

As opiniões de Fasano sobre a genética na criação de animais já causaram polêmicas quando em 1995, a revista "Veja" atribui a ele declarações defendendo a eugenia (teoria oposta a miscigenação das raças) e elogiando Hitler. O ator, que chegou a se desculpar publicamente com os leitores, afirma que ganhou processo contra a revista.
Em junho do ano passado, Fasano se envolveu em outra confusão ao agredir o jornalista Rodrigo Scarpa, que se apresenta como o repórter Vesgo no programa "Pânico" da Rede TV.

 

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