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Robson Fernando
(Artigo dedicado às pessoas que tentei conscientizar nos últimos
três anos)
A defesa da causa animal universalizada para todas as espécies
animais não-nocivas, graças à internet, ganhou alcances muito
grandes e um poder de influência de massas muito maiores do que 20
anos atrás. Hoje já é possível convocar protestos em muitas cidades
populosas do Brasil, por exemplo, contra rodeios e casacos de pele e
levar panfletagem virtual para o alcance de milhões de internautas
em questão de dias ou mesmo horas. Com essa facilidade de
comunicação, entretanto, essas milhões de pessoas foram pegas
desprevenidas e quase que de surpresa. Muitos, em cuja cultura
estavam acostumados a respeitar apenas a vida e bem-estar de cães e
gatos, viram-se sem entender essa “inovação” moral de estender o
zelo pelos animais não-humanos para todas as espécies não-nocivas. A
população se acostumou por toda a vida, por muitas gerações, a comer
carne e ovos e tomar leite não-materno, torcer pelos peões e
vaqueiros em rodeios e vaquejadas, admirar os animais fazendo
proezas nos circos, ver celebridades ostentando “luxuosos” casacos
de pele natural, etc. e a considerar o dogma moral de que a espécie
humana é a única espécie animal passível de ter direitos plenos a
uma vida justa e íntegra ainda que signifique o detrimento de todos
as outras espécies de animais, não vendo nada de errado nessas
coisas.
Até que, pelo “tsunami de informação” desencadeado pelas facilidades
virtuais, como blogs, sites de relacionamento, e-cards, e-mails
encaminhados (os famosos “FW:”) e outros recursos, viram que tudo
isso que estavam acostumados a fazer e apreciar são atos antiéticos,
muito prejudiciais e atentatórios contra a harmonia universal, ao
contrário do que pensavam. Surpreendemos a imensa população humana
planetária com novos ideais que abrangem também os animais
não-humanos no objetivo de bem comum e de harmonia, que se somam aos
tão antigos ideais de se resolverem os problemas humanos. Sendo
esses aspectos tão inéditos e radicalmente diferentes das concepções
morais seguidas hoje, foi normal que as pessoas reagissem - e ainda
hoje reajam – com demonstrações de incompreensão, com um forte
reacionarismo, um comportamento de não querer aceitar a validade
desse paradigma tão “novo”, “estranho” e “radical”. É como se fosse
uma forte onda de água com bilhões de pílulas vermelhas (vide o
conceito de Pílula Vermelha do filme Matrix) que desequilibrou e
derrubou os banhistas da praia no chão em vez de refrescá-los. Com o
objetivo de quebrar ao menos um pouco dessa estranheza e reação
negativa que a causa zôo-universalizada despertou, vou esclarecer
tudo o que defendemos para quem ainda não nos entende direito e acha
que estamos “perdendo tempo” num paradigma tão “irrelevante”.
Começando por um breve relato de minhas conscientizações (mas cuja
encaração de problemas não é de minha exclusividade). Nos últimos
três anos, dei de cara com muitos argumentos de desqualificação por
falsa prioridade, em outras palavras os velhos e surrados Argumentos
das Crianças e dos Pobres, que nos deixam tão “loucos” com a
incompreensão por parte das massas. Por mais cruel que fosse o
hábito que eu denunciava, como casacos de pele e consumo de carne, e
por mais que eu argumentasse racionalmente, as pessoas não
conseguiam assimilar que o hábito denunciado era errado e que a
causa que eu defendia tinha um sentido lógico válido. Uma vez que,
para essas pessoas receptoras de minhas informações e protestos,
vale o dogma de que só humanos merecem ter direitos, meus tópicos no
orkut e em outros sites eram respondidos com argumentos como “Com
tanta criança passando fome, você pensa logo em animais
irracionais?” e “Pára com essa besteira de agradar os animais
enquanto tem tanta gente passando necessidade!”, uma família de
argumentos que quer dizer que “a causa animal não é nada importante
quando se tem muitos problemas humanos para se resolver”. Se você
também pensa assim, adotando esse argumento que já comprovamos ser
absurdo e preconceituoso, vai no mínimo ficar pensativo pelo que
ainda irá ler neste artigo.
Agora, direto ao assunto, lança-se a pergunta: por que é relevante e
importante defender os animais não-humanos? Qual a graça em ser
vegetariano, lutar contra rodeios, caça e casacos de pele?
Em primeiro lugar: assim como os humanos, boa parte dos animais é
dotada de sentimentos, virtudes, senciência - capacidade de sentir
dor, calor e frio e reagir perante essas circunstâncias - e
propriedades psicológicas. Os bois, porcos, frangos, coelhos,
peixes, etc. que você comeu ou de quem você extraiu peles eram seres
que tinham bastante capacidade de sentir apego, amizade, tristeza,
medo, saudade e outras coisas que grande parte dos humanos ainda
acredita que sejam exclusivas de sua espécie. Caso você ainda não
acredite e queira provas, dou como exemplo os animais domésticos
mais apegados à convivência com os humanos: o cachorro e o gato.
Você vê tudo de bom neles, e sentimentos que parecem até mais
apurados do que os do homem. Por exemplo, seu gato ronrona em você,
te cumprimenta miando, sobe em seu colo querendo carinho... Seu cão
brinca com você, fica todo contente e extasiado quando você chega
daquela viagem, ficou todo recolhido quando aquele cachorro do seu
vizinho morreu, adora brincar com o companheiro (supondo que você
tenha dois cães)... E o melhor: muitas das nossas maldades humanas,
como ódio, preconceito e crueldade racional, não são encontradas
neles ou estão tão latentes que não são perceptíveis por nossa
ciência ou sabedoria popular. Sem querer ser falacioso, mas, quando
você tem um ou mais bichinhos desses com você, é difícil continuar
achando que essas propriedades inteligentes e sentimentais são meros
“triggers” de instinto. Caso você ainda duvide, pergunto-lhe: o que
você sente também não seriam “triggers” de reação a estímulos? O que
difere o comportamento amistoso do seu bichinho da simpatia que você
tem para com seus amigos humanos, por exemplo? Entendo sim que
sentimentos são estímulos psiconeurológicos, mas esse atributo de
estímulos é comum entre todas as espécies de animais dotados de
sistema nervoso, desde o Homo sapiens até os celenterados, animais
com o sistema nervoso mais rudimentar do Reino Animal.
Complementando esse primeiro argumento, vemos que os humanos urbanos
têm o costume de acreditar que apenas animais estritamente
domésticos são os únicos que têm atributos “humanóides”, mal sabendo
que outras espécies que a humanidade explora possuem tanta
inteligência quanto cães, por exemplo. A defesa animal mostra que
essa crença é extremamente limitada e fruto de inexperiência em
convivência com animais rurais. Segundo tantos testemunhos
disponíveis na internet e em revistas, porcos[1], bois, frangos,
cavalos, chimpanzés, aves em geral, etc. são dotados de propriedades
psicológicas e também de sentimentos, incluindo apego aos
companheiros de espécie e aos tutores humanos. Notamos, para dar
alguns exemplos, a inteligência e lealdade dos porcos para com
tutores que os vêem com estimação, a esperteza de muitos cavalos, a
socialização dos coelhos[2] e o próprio desespero descomunal com que
bois, porcos e frangos encaram os confinamentos finais e os
corredores da morte nos matadouros. Sem falar nos casos de desordem
psicológica que, quase sempre mediante exploração intensiva por
parte de humanos, tornam touros muito furiosos, chimpanzés
mentalmente desequilibrados[3], frangos estressados praticando
automutilação[4], etc.
Diante desse primeiro argumento, você pode ter um pouco da noção da
nobreza que há em proteger os animais, tendo eles muito mais em
comum conosco do que você pensava. Você ainda acha que proteger os
animais não é nada importante em comparação a proteger a porção mais
necessitada de nossa sociedade?
Caso responda sim, treplico: eu sei sim que proteger as crianças da
fome e da violência no país é ultra-importante, jamais neguei isso
nem acho algo de sã consciência renegar o zelo pela nossa sociedade.
Então pergunto: se os animais, mesmo tendo tanto em comum conosco,
são uma causa “distante” segundo seu jeito de pensar em comparação
com os problemas da sociedade daqui, convido você a pensar sobre
outras causas que, segundo sua lógica, também são distantes e
irrelevantes para a realidade nacional. Por exemplo, por que vamos
pensar nos problemas da Palestina atritando com Israel se há tantos
problemas sociais e políticos aqui no Brasil? Por que você vai
inventar de ser diplomata para estabelecer a paz no Timor Leste ou
no Haiti se o Brasil já tanto carece de paz, com essa violência? Por
que vamos pensar no direito dos Hare Krishna a celebrarem suas
crenças religiosas no Brasil se eles são menos de 2 mil pessoas[5] e
é irrelevante defender menos de 2 mil pessoas quando há mil vezes
mais candomblecistas lutando contra os preconceitos vindos da
maioria da população? Por que vamos pensar nos indígenas, que
deveriam se virar sozinhos com sua cultura monoétnica, se há tantos
brancos, negros e mestiços passando necessidade nas ruas das cidades
brasileiras?
Agora você vê o quão absurdos são esses argumentos de
desqualificação por falsa prioridade, dentro das quais estão
incluídos os Argumentos das Crianças e dos Pobres que você lança mão
quando se depara com um defensor animal? Vê o quão irracional é
preocupar-se - muitas vezes hipocritamente - com uma causa
específica ao mesmo tempo em que fala pejorativamente mal de outras
de importâncias diferentes mas nunca menores ou menos relevantes?
Voltando às razões que eu dou para se defender os animais... O
segundo grande argumento pelo qual nós nos guiamos é a insuportável
tolerância das pessoas para com maus tratos contra animais. Com a
base do primeiro argumento, enxergamos a violência e exploração
contra os animais como crimes contra nossos semelhantes. Semelhantes
porque, sendo humanos, somos parte do Reino Animal, Filo dos
Cordados (Chordata) e Classe dos Mamíferos (Mammalia).
Desenvolvimento cerebral à parte, temos todas as características
inerentes a um mamífero, somos apenas mais uma espécie entre as
milhares da classe, com a mesma gama de particularidades que difere
qualquer ordem de mamíferos da outra – o Homo sapiens e seus
ancestrais mais recentes (como o Homo erectus) e parentes (como o
Homo neanderthalensis) são as únicas espécies da ordem homínida.
Nossos genes são mais de 90% semelhantes aos de outros mamíferos[6].
Sendo portanto tão semelhantes aos nossos irmãos não-humanos, não
temos direito nenhum de nos gabar como “os superiores” ou “os
encarregados de dominar todos os outros animais”, muito menos de
praticar violência contra eles. Lembremos que as agressões de muitos
grupos humanos contra outros grupos humanos ao longo do tempo
basearam-se na idéia de superioridade por “raça”, etnia, religião,
situação social ou nacionalidade, sempre apoiada em argumentos
furados e falaciosos baseados em fanatismo religioso, nacionalismo
cego, pseudociência, ideologias totalitárias e/ou simplesmente
estupidez crua. Não é preciso muito para se notar que os animais são
o último grupo de seres inferiorizados e explorados na base dessa
idéia de “superioridade”.
Desculpem-me os seguidores das mais diversas religiões,
principalmente as monoteístas, mas estas têm grande parte de culpa
nessa superiorização humana, vide seus dogmas de que “o homem é a
única espécie que é imagem e semelhança com a divindade” e “ao homem
Deus deu a incumbência de dominar as demais espécies” e a defesa,
por lei religiosa, da caça, pesca e criação de animais para consumo.
Juntando fatores de religião, cultura, tradição e economia,
originaram-se muitos métodos de dominação e exploração dos animais,
como pseudo-esportes (rodeios, vaquejadas e touradas são os maiores
exemplos), vivissecção e esfola de animais para extração de suas
peles. Sem falar na ignorância ou estupidez de boa parte da
população, que vê os animais como passíveis de atenderem ordens à
força ou mesmo como brinquedos. É aí que surgem os maus tratos e
mesmo assassinatos de bichos, que tanto se reporta em sites e blogs
e para os quais reivindicamos punição com toda nossa força. Maus
tratos e assassinatos de animais não-humanos são crimes de acordo
com a Lei de Crimes Ambientais, Artigo 32, e não deveriam ser
tolerados. No entanto, vemos com pesar que grande parte das pessoas
pouco ou nada se importa quando cães são espancados por tutores
delinqüentes, gatos são envenenados por anônimos, cavalos são
chibatados impiedosamente, bois são torturados em arenas de rodeio e
raposas são brutalmente espancadas, eletrocutadas e esfoladas vivas
para a extração de pele para casacos. E essa maioria ainda vem nos
expor falsas prioridades supostamente mais importantes quando
estamos nos esforços de combater esses crimes brutais. Lembre-se:
são nossos irmãos de vida, providos de muitas virtudes nossas e
desprovidos de muitas maldades racionais que temos ativas ou
latentes. E o preconceito humano, inclusive talvez de você que lê
este artigo, contra os bichos dá a idéia de que a pura falta de
habilidades como raciocínio, intelecto e cognição avançada é motivo
suficiente para ser livre para explorar, espancar e matar animais
por motivos fúteis. Uma vez você reconhecendo tudo isso,
dificilmente irá continuar levando adiante o senso comum de que
nossa luta não é menos importante que as lutas em prol de uma
sociedade humana mais justa.
Mais um fator que trago aqui: é bom ficarmos de olho nos criminosos
que torturam ou matam animais, porque eles são potenciais assassinos
e/ou torturadores de humanos[7]. Muitos assassinos americanos
torturavam e matavam bichos quando eram crianças ou adolescentes, e,
nessa noção, muitos assassinos de qualquer lugar do mundo certamente
repetirão em pessoas os crimes cometidos contra os não-humanos caso
não sejam detidos a tempo. Como motivos, figuram o não-controle dos
impulsos agressivos psicopáticos e (atenção para as semelhanças de
instinto dos humanos com os outros animais!) dos instintos de
virilidade bruta, incontinência sexual e feralidade selvagem
latentes nos humanos. Portanto, jamais devemos permitir que as
crianças maltratem os animais, porque, sem o impedimento devido,
poderão estar regando uma árvore maldita e mesmo várias vidas
humanas correm potencial risco de serem ceifadas quando esses
pequenos delinqüentes crescerem.
E talvez o argumento mais notável para você, esse eu jamais poderia
esquecer. Até citei como uma propriedade animal, mas vou dar toda
relevância agora: o sentimento de dor. Um exemplo mais prático é
quando você sem querer pisa na patinha do seu cachorro ou do gato.
Ele sai correndo “câin-âin-âin-âin...” ou “wheeennnhhhau!”, porque
sentiu muita dor quando houve esse pequeno acidente. Outro exemplo,
mais bruto: um boi, quando golpeado com um machado ou uma marreta,
vai mugir de forte dor, caso o golpe não seja fulminante (por favor,
não teste!). A presença de dor está presente ao menos nos Filos dos
Cordados[8] e dos Crustáceos[9], os quais abrangem a grande maioria
dos animais mais explorados pelo homem. Se você ainda acha que não
há dor no (mal)trato e abate dos animais explorados para consumo,
sinto dizer que está enganado(a). O que mais há em matadouros, ora
nos clandestinos ora mesmo nos que atendem às exigências sanitárias
legais, é sofrimento e dor, vide choques elétricos, bois sofrendo
marretadas e porcos mal-insensibilizados sendo degolados[10]. Nos
rodeios, os sedéns espremendo o ventre dos bois ou eqüinos e os
golpes de espora causam muita dor e asfixia nos animais torturados.
Nas vaquejadas, o puxão da cauda do boi vitimado causa profunda dor
neste. Sem falar nas torturas descomunalmente cruéis contra animais
vítimas de extratores de peles.
Se você ainda quer pensar muito ou totalmente na sociedade
necessitada e pouco ou nada nos animais e levar adiante sua idéia de
que ambas as causas não podem ser simultâneas, venho dar mais uma
luz: ativistas defensores dos animais prestam muito para pessoas
necessitadas. Nada, exceto ocasional falta de tempo, impede que nós
ajudemos as pessoas, especialmente pela educação do respeito ao
próximo tanto humano como bicho. Sem querer me mostrar como um
“exemplo de pessoa a ser seguido”, mas eu tenho experiência de
escrever tanto artigos voltados para a defesa animal quanto textos
voltados para a sociedade humana[11]. Outro detalhe é que, entre as
pessoas que prestam ajuda ora para os humanos ora para os outros
animais ora para ambos, praticamente não existe conflito de
prioridades, pois sabemos muito bem que uma causa complementa a
outra, como os pontos que se ligam e formam uma estrela de cinco
pontas. Não será nada harmonioso termos uma sociedade humanamente
justa mas que explora violentamente seus bichos, do mesmo jeito que
era tão absurda a idéia nazista de prosperidade mundial da “raça
ariana” em detrimento de todas as outras etnias humanas.
Depois de tanta exposição aos fatores que mostrei para a relevância
da causa animal, vejo que você pode ainda estar se perguntando: “Se
é errado explorar os animais, então qual é a importância de eles
existirem?”. Primeiro, respondo: é a mesma importância que todas as
milhões de espécies animais possuem individualmente na ecologia
terráquea. E segundo, pergunto com um espelho voltado para a
humanidade: qual a importância da existência da espécie humana? O
que a espécie humana tem de tão especial para a natureza fora o
lugar na cadeia alimentar que já foi abandonado outrora? Uma vez que
a humanidade não pertence mais à cadeia alimentar propriamente
natural, quais seriam as más conseqüências da extinção humana? Se a
espécie humana não tivesse existido e nós fôssemos todos bichos
selvagens, qual a falta que a ordem homínida faria? Lembre-se de que
o homem em dez mil anos demonstrou ter uma importância, exceto
voltada para a sua própria espécie, centenas de vezes mais negativa
do que positiva para a integridade da natureza do planeta Terra. Uma
simples espécie animal, caso seja extinta, fará dramática diferença
na dinâmica ecológica, sua extinção traz graves problemas de
desequilíbrio ecológico. Talvez o homem ainda fizesse falta caso
fosse extinto, uma vez que bilhões de hectares de plantações
agrícolas e pastos lotados de animais ex-explorados seriam deixados
para trás, mas uma extinção humana gradual, do mesmo jeito que as
ações antrópicas estão provocando em milhares de espécies ao redor
do planeta, seria “saudável” para a Terra. Por favor, não entenda
como se eu estivesse pregando o extermínio da humanidade! Estou
apenas demonstrando o quão absurdo é duvidar da importância dos
animais para a natureza.
Concluindo tudo: a causa animal transcende a definição de
“importância”, assim como o faz o zelo por uma sociedade humana
justa e pacífica. Diante de toda essa exposição, você vai pensar e
finalmente comprovar que uma sociedade justa respeita tanto seus
componentes humanos como seus companheiros não-humanos. E que uma
causa de jeito nenhum pode excluir a outra. Espero que sinceramente
você tome a iniciativa de refletir e, pelo menos, respeitar a
validade da causa da defesa animal. Lembre-se sempre: não é válido
falar em respeitar o próximo humano quando se despreza e maltrata o
não-humano.
Fontes:
[1]
http://www.animaisexcepcionais.org/index.php?option=
content&task=view&id=1
[2]
http://www.animaisexcepcionais.org/index.php?option=
content&task=view&id=28
[3]
http://www.direitoanimal.org/notiresu.php?sin=67
[4]
http://www.vidadecao.com.br/ave/index2.asp?menu=
automutilacao.htm
[5]
http://www.diarioon.com.br/arquivo/3272/geral/
geral-3952.htm
[6]
http://edition.cnn.com/2002/TECH/science/12/04/
coolsc.coolsc.mousegenome/index.html
[7]
http://www.pea.org.br/curiosidades/
curiosidades_estudo_01.htm
[8]
http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=
com_content&task=view&id=1193&Itemid=34
[9]http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2058327-EI8145,00.html
[10]
http://www.institutoninarosa.org.br/consumo_alimentacao.html
[11]
http://www.artigos.com/option,com_comprofiler/
task,userProfile/user,877/Itemid,103/
Robson Fernando
Estudante e articulista amador, é dono do blog Consciência
Efervescente
http://conscienciaefervescente.blogspot.com. Entre em contato por
robfbms@hotmail.com
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